Wednesday, January 25, 2006

Espaço Glauco Pinto - Passo Fundo

Espaço Glauco Pinto seleciona artistas
Encontra-se na Secretaria de Cultura de Pelotas (Praça Coronel Pedro Osório, esquina Lobo da Costa), cópia do Edital/ 2005 e da ficha de inscrição para artistas interessados em expor seus trabalhos em julho de 2006, no espaço Glauco Pinto de Morais, do Museu de Artes Visuais Ruth Schneider, da Universidade de Passo Fundo.
O Edital e a ficha de inscrição também podem ser acessados pelo site: www.upf.br/mavrs.
Os interessados também podem procurar pelo edital e ficha de inscrição na Secult de segunda a quinta –feira, das 14h30min às 17h30min, e nas sextas-feiras, das 9h30min às 12h30min.
Data: 24/01/2006
Hora: 15:07
Redator: Secom

Saturday, January 21, 2006

A exposição Tarsila do Amaral


A exposição Tarsila do Amaral - O nascimento do modernismo no Brasil inaugurada dia 15 de dezembro ficará aberta até 20 de fevereiro de 2006, na Maison de l’Amérique Latine, em Paris. É a primeira exposição individual da obra da artista desde 1926.
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São mais de 40 obras distribuídas entre 15 pinturas, 21 desenhos e nove documentos dos períodos de Paris (1923), Pau-brasil (1924 a 1927) e Antropofagia (1928 a 1929).



Além das obras, provenientes de instituições públicas e de coleções particulares brasileiras, também compõem a exposição trabalhos de artistas franceses que conviveram com Tarsila nos anos 20, como Albert Gleizes, Georges Valmier e André Lhote. E, ainda, um painel biográfico de textos, fotos e reproduções de obras criando uma linha do tempo.

Catálogo - Durante a inauguração da exposição foi lançado catálogo bilíngüe francês/português, com textos dos curadores Paulo Herkenhoff, diretor do Museu Nacional de Belas Artes; Brigitte Hedel-Samson, diretora do Museu Fernand Léger; Jean-François Chougnet, do Comissariado Francês do Ano do Brasil na França; Elza Ajzenberg, diretora do MAC/USP; e uma breve biografia de Tarsila, escrita por Tarsila do Amaral, sua sobrinha-neta e homônima.


Tarsila do Amaral - Nasceu em 1º de setembro de 1886, na Fazenda São Bernardo, em Capivari (SP). De família rica, teve uma bela infância, morando em fazenda, crescendo entre bichos e plantas, um cotidiano de menina rica: tudo o que sua família usava - roupas e utensílios – vinha diretamente da Europa. Cresceu aristocrática em meio a paisagens simples e gente humilde.

Seu amor à arte iniciou com a família, em saraus domésticos em que a mãe tocava piano e o pai lia poemas em francês. Aos 16 anos foi estudar em Barcelona, na Espanha, onde literatura e desenhos passaram a fazer parte de sua vida. Voltou para o Brasil em 1906, a fim de casar-se com o marido que sua família escolhera. União que se revelou infeliz dada a diferença cultural gritante entre os cônjuges. Do casamento fracassado – mais tarde anulado - teve uma filha: Dulce.



Uma decidida Tarsila agora se esforçava para seguir a vocação para a pintura. No início de seus estudos artísticos, com os escultores Zadig e Mantovani, e com o pintor Pedro Alexandrino, não havia ainda os sinais do que ela viria a ser. Eram somente naturezas mortas e paisagens, ainda muito distantes de seu surto criativo em outros momentos.

Depois disso, fez uma rápida passagem entre os impressionistas e, em 1920, seguiu para a França, onde freqüentou a Academia Julian, e o atelier do retratista Émile Renard. Algumas de suas pinturas desse período apontam influências de Renard, então um artista da moda: tons de cor desmaiados, com predomínio do azul. Esses também muito distantes da arte que ela viria a construir, mas já se pode verificar nessas telas a promessa do que viria futuramente sob as formas simplificadas e a iluminação particular.

Em 1922, estava expondo no Salão dos Artistas Franceses, em Paris. Ano em que pintou A Espanhola (Paquita). Retorna ao Brasil no Massilia, navio de luxo, quatro meses depois da efervescência da Semana de Arte Moderna. A amiga e também pintora Anita Malfatti a apresenta a amigos intelectuais vanguardistas e que participam da Revista Klaxon: Oswald, Mário, Menotti Del Picchia, Sérgio Buarque de Holanda, Graça Aranha. Devidamente identificada com o ideário modernista, envolve-se afetiva e artisticamente com os novos amigos. Sua beleza física impressionava a todos nos salões elegantes e nos círculos intelectuais.

Com Oswald, Menotti, Mário de Andrade e Anita Malfatti compõe o chamado Grupo dos Cinco, que teve vida curta. No final de 1922, ela decide voltar para Paris, mas havia um Oswald no meio do caminho. Esse homem impetuoso, apaixonado e um mestre da ousadia a seguiu pela Europa e teve com ela mais que um casamento. Fizeram uma parceria intelectual poderosa em que um alimentava a arte do outro.

Em 1923, Tarsila passa a travar contato com mestres cubistas, entre eles Picasso, Fernand Léger e André Lothe. De Léger guardará influências que serão visíveis em muitos dos seus trabalhos. Nesse período, conhece artistas do porte de De Chirico, Stravinsky, André Breton e Blaise Cendrars.

Suas telas estão nitidamente mais cubistas, mas impregnadas de uma brasilidade que se manifesta sobretudo nas cores que o poeta Carlos Drummond de Andrade tão bem definiu: “O amarelo vivo, o rosa violáceo, o azul pureza, o verde cantante”. (Ao lado a tela Urutu, 1928)




Em 1924, depois de uma viagem feita com Oswald e Blaise Cendrars às cidades históricas de Minas Gerais, iniciou uma pintura definida como de cores ditas 'caipiras', rosas e azuis, as flores de baú, a estilização geométrica das frutas e plantas tropicais, dos caboclos e negros, da melancolia das cidadezinhas, tudo isso enquadrado na solidez da construção cubista. É a fase Pau-Brasil registrando cidades, paisagens e tipos comoventemente brasileiros.


Em 1928, casada há aproximadamente dois anos com Oswald de Andrade, decide dar ao marido um inusitado presente de aniversário: pintar um quadro “que assustasse o Oswald, uma coisa que ele não esperasse”.

Nasce então o famoso Abaporu, figura monstruosa de cabeça pequena, braço fino e pernas enormes, tendo ao lado um cactus cuja flor dá a impressão de ser um sol.

Ao ver tal imagem, de fato Oswald se assusta. Acha a composição magnífica, extraordinária, selvagem: “Uma coisa do mato”.

Tarsila morreu em 17 de janeiro de 1973, aos 86 anos, deixando pouco mais de duas centenas de quadros, alguns desenhos e esculturas. É relativamente pouco, mas fundamental para uma busca que prossegue até hoje: a consolidação de uma pintura nacional.

Caetano Veloso & Lula

O cantor e compositor Caetano Veloso está surpreso com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Caetano diz que não apostou no sucesso, mas considera o desempenho aquém das poucas expectativas. Ele afirma acreditar que as eleições de outubro mudarão os titulares do poder. Caetano poupa o ministro da Cultura, Gilberto Gil, companheiro de mais de quatro décadas, mas acha que o tom do diálogo com os produtores de cultura e entretenimento precisa mudar. "Não fica bem, sendo parte de um governo que toca a política econômica do ministro Antonio Palocci (Fazenda), falar no tom do Stédile (João Pedro Stédile, líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)", disse, em entrevista por e-mail, publicada na edição desta quarta-feira de O Estado.

Com 40 anos de carreira, o cantor e compositor afirma que a atividade dele independe da administração federal, mas tem uma história de manifestar as discordâncias. Começou em 1986, quando o então ministro da Cultura da gestão do presidente José Sarney, Celso Furtado, proibiu o filme "Je Vous Salue, Marie". No caso de Gil, acompanha o trabalho no ministério mais por causa da antiga amizade entre eles e também porque "as bravatas de esquerda migraram da economia para a cultura". "Aí, a gente fica mais solicitado." A seguir, os principais pontos da entrevista:

MINISTÉRIO DA CULTURA
"Não acompanho muito. Recentemente, senti-me no dever de comentar a resposta dada a Ferreira Gullar (poeta) pelo assessor do ministro (Sérgio Sá Leitão). Faz tempo, dei palpite na discussão entre Cacá Diegues (cineasta) e os redatores do projeto da Ancinav (Agência Nacional do Cinema e do Audiovisual). Nos dois casos, estava contra a posição do ministério. Observo mais por ser amigo de Gil. As questões de financiamento de produção de cinema são complicadas. Mas há argumentos de ordem geral que reaparecem no Ministério da Cultura do governo Lula que eu me sinto instado a discutir. Embora eu não tivesse torcido para Gil aceitar o convite, a simples presença dele dá visibilidade e peso ao ministério, nacional e internacionalmente. Gil usa isso para atualizar o Brasil nos problemas de novas mídias, na busca de novos caminhos jurídicos para os direitos na era da reprodução digital."

DIÁLOGO
"O que precisa mudar é o tom do diálogo com as classes produtoras de arte/entretenimento, com a opinião pública. Não fica bem, sendo parte de um governo que toca a política econômica de Palocci, falar no tom do Stédile. Isso pode mudar. Eu não vejo por que alimentar essa demagogia da descentralização na produção de cinema. Muito menos a idéia de que se deve partir de um desmonte dos quadros que conseguiram se estabelecer."

BRIGAS
"Briguei com Celso Furtado por causa de ´Je Vous Salue, Marie´. Sarney, adulando os padres, proibiu o filme de Jean-Luc Godard. Furtado, ministro da Cultura de Sarney, reagiu aos protestos contra essa proibição - principalmente meus -, desqualificando Godard como artista: ´É um falso gênio´, disse do diretor. Achei inaceitável e disse isso por escrito na imprensa. (Paulo Sérgio) Rouanet deu nome à lei que gera tanta discussão, mas serviu - e serve - para animar muitas áreas de produção de cinema e teatro. (Francisco) Weffort era um petista que ficou muito apagado no governo Fernando Henrique Cardoso, sobretudo pelo próprio Fernando Henrique, que tinha muito mais pinta de ministro da Cultura do que ele. As decisões sobre a Lei do Audiovisual se deram na era FHC, se não me engano. Mas a gente pensa em FHC, não em Weffort. Agora, olho um pouco mais porque Gil é Gil. Não haja dúvida, as bravatas de esquerda migraram da economia para a cultura. Aí, a gente fica mais solicitado. Na concórdia ou na discórdia."

EXPECTATIVAS
"É tão óbvio hoje que errou quem apostou no sucesso do PT que eu já começo a duvidar. Sou um sebastianista. O fato de Lula ser uma figura de peso internacional me interessa porque ele é brasileiro. O fato de ele ser de esquerda foi apenas um instrumento para se atingir isso. Não sou idiota. Não acredito na volta de d. Sebastião nem na respeitabilidade real de Lula no grande mundo. Mas a mera respeitabilidade ilusória, o sonho de amor dos europeus com esse líder operário sul-americano já é uma novidade importante. Sobretudo quando se pensa que Lula é também um mediador entre (George W.) Bush e (Hugo) Chávez."

ELEIÇÕES
"O que vai mudar com as eleições? Os titulares do poder. Se pudermos ter um governo que aproveite o que o de Lula significou de bom, será o céu na terra."

CONTRADIÇÕES
"No momento, vivemos uma dupla inversão: um governo de esquerda mantém uma política econômica tipo Consenso de Washington. Esse governo, na cultura, tenta fazer gestos revolucionários. O que leva os artistas, majoritariamente de esquerda, a brigarem por apoio ou oposição a esses gestos. São esboços de gestos demagógicos que atrapalhariam a produção, mas nada é implementado propriamente - e, digo eu, felizmente. O projeto da Ancinav era mesmo dirigista. A turma chiou, uns esquerdofrênicos reagiram, mas Lula esvaziou. Sérgio Sá Leitão respondeu a Gullar em tom autoritário. Gil segurou a onda dele. Mas isso não se sustentou. Espero que o próprio Gil, em harmonia com sua equipe, saiba reconhecer isso e mudar de atitude. Para que não seja o Lula a ter de fazer. Uma notícia sobre a grana do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para o cinema faz a gente pensar: nenhum dos produtores que tiveram sucessos nos últimos tempos foi agraciado. Se isso se confirma, certamente, teremos conflito pela frente."

CABO ELEITORAL
"Já fiz duas aparições na televisão anunciando a possível candidatura de Roberto Mangabeira (Unger). Há muito tempo me interesso pelo que ele diz sobre a política no Brasil. Gosto das idéias dele. Gosto da disposição. Ele acredita que há uma forma criativa e independente de tocar a economia sem se submeter às superstições do neoliberalismo. Diferentemente do PSDB e do PT, ele não saiu da Rua Maria Antônia. É um filho de baiana (neto de Otávio Mangabeira) que tem - não entendo por quê - forte sotaque americano: é famoso professor em Harvard. Eu pagaria para ver. O Brasil não pode, simplesmente, desprezar a energia que Mangabeira deseja despender com a solução dos nossos problemas. Quando falam que o vácuo deixado pela decepção com o PT pode ser aproveitado por um aventureiro, eu digo que Mangabeira seria um aventureiro do bem."
(matéria Brasil Cultura)

Friday, December 23, 2005

LATINO ART MUSEUM

LATINO ART MUSEUM - en Pomona EXPOSICION DE ARTE DIC 6 A ENERO 5 EXPOSICION DE ARTE de Diciembre 6 a Enero 5 Qué Pasa BulletinLatino Art Museum (Museo Latino de Arte) Exposición de Arte y pintura se presenta en el Latino Art Museum desde el 6 de diciembre hasta 5 de enero de 2006. El Latino Art Museo está localizado en el Art Colony Pomona del 281 S. St. Thomas St. Suite 103, Pomona CA 91766. La recepción y apertura oficial tendrá lugar el sábado 10 de diciembre a las 5 de la tarde, después de la cual, abrirá sus puertas oficialmente hasta las 9 de la noche. En esta exposición podrán admirar y adquirir trabajos de un selecto grupo de artistas latinos locales entre los que se encuentran: Juan Aguilar, Richard Valdés, Grecie Giove-Neel, Mery Glez, Roberto Munguía, Roger Trivinos, Carole Giove-Ostashay, Oscar Castillo, Cecilia Lami, Sylvia Ramos, Vibiana Aparicio-Chamberlin, y Rigo Rivas. En las fotos podemos ver muestras de alguno de los trabajos de cada uno de ellos. El sábado 17 de diciembre de 2pm a 4pm se celebrará uns fiesta de Navidad pero sólo para miembros y coleccionistas de arte en el mismo sitio.

Wednesday, December 21, 2005

Novos talentos

artista Denoir Zorzolli

Na verdade está na hora de nossa comunidade dar valor aos nossos talentos artisticos, surgem em nossa cidade, ou melhor dar valor a tudo que se faz em Pelotas. Deixar de comprar na capital e passsar a comprar e adquirir o que é nosso, só assim teremos um retorno do nosso potencial.
As empresas que precisam que vivem do turismo devem apoiar os artistas locais, patrocinar eventos, não de artistas que já tem seu nome e talento reconhecido, mas dos novos valores que por cantos de nossa terra estão sem tem um lugar propício para mostrar onde estão realmente nossas origens.
Apoiam os novos talentos.
Rejane Botelho

De 16 à 30 de dezembro no prédio do INSS, exposição e venda de quadros dos artistas da Agência da Arte

Agência da Arte - Anchieta, 3051

artista Denoir Zorzolli

Wednesday, December 14, 2005

Exposição de Gravura em Porto Alegre

Evandro Carlos Jardim
Mostra homenageia carreira de artista plástico
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A exposição Evandro Carlos Jardim reúne cerca de 20 gravuras do artista brasileiro. Os trabalhos, produzidos entre 1970 e 1977, integram as séries À Noite, no Quarto de Cima, o Cruzeiro do Sul Lat. Sul 23º 32´ 36", Long.W.GR. 46º 37´ 59" e Figuras, todas pertencentes ao Instituto Moreira Salles. Os temas tratados pelo artista nas obras vão de árvores e frutas a animais como pássaros e cavalos, além de um auto-retrato. Já as técnicas variam entre gravura em metal, água forte, água tinta, buril, tinta sobre papel e ponta seca.Nascido em São Paulo, Evandro Carlos Jardim é pintor, desenhista, escultor e gravador, tendo se tornado uma das maiores expressões da gravura entre os artistas brasileiros de sua geração.

Local: Instituto Moreira Salles (INFORMAÇÕES)
Preço(s): Grátis.
Data(s): até 29 de janeiro.
Horário(s): segunda a domingo, das 12h às 22h.

Saturday, November 26, 2005

EXPOSIÇÃO - INSCRIÇÕES


EXPOSIÇÃO, DE 16 À 30 DE DEZEMBRO, NO ESPAÇO ARTE DO INSS.
Informãções cel. 9105 1159
Rua Anchieta, 3051
Rejane

Monday, November 14, 2005

Premio Velázquez de las Artes Plásticas España

Pablo Palazuelo gana el Premio Velázquez de las Artes Plásticas España, Abril de 2004 El pintor y escultor abstracto Pablo Palazuelo, de 87 años, fue galardonado hoy con el Premio Velázquez 2004, en reconocimiento "a la coherencia de su trayectoria y a su capacidad de conciliar rigor y misterio", según el jurado, que respaldó su candidatura "por mayoría". Palazuelo, nacido en Madrid, fue premiado asimismo "por la singularidad de una obra secreta que se inscribe en las coordenadas de la abstracción europea y ya reconocida por el premio Kandinsky", señala el acta del jurado, que, en ausencia de la ministra de Cultura -debido un almuerzo en el Palacio Real-, fue leída por el secretario de Estado de Cultura, Luis Alberto de Cuenca. Del jurado formaron parte el director de la Real Academia de Bellas Artes, Ramón González de Amezúa, como presidente; los directores de los Museos del Prado y del Reina Sofía, Miguel Zugaza y Juan Manuel Bonet, respectivamente; el presidente de la Fundación Amigos del Museo del Prado, Carlos Zurita; el ex ministro de Cultura de México y actual embajador de ese país en Italia, Rafael Tovar y de Teresa, y el filósofo catalán Eugenio Trías. Los doce miembros del jurado se completaron con los nombres de José Guirao, Francisco Calvo Serraller, Pablo J. Rico, Alfredo Taján, Marga Paz López y Nuria Enguita, mientras que el director general de Bellas Artes, Joaquín Puig de la Bellacasa, actuó de secretario. "Es un premio justísimo, que se concede a un gran artista de una reputación extraordinaria, y de una originalidad y una categoría personal singulares. Un cuadro suyo se reconoce enseguida", dijo, en la rueda de prensa convocada en la Secretaria de Estado de Cultura, el director de la Academia de Bellas Artes. Sigue trabajando a sus 87 añosPalazuelo, que a sus casi 88 años -los cumplirá el 6 de octubre- sigue trabajando infatigablemente y en la pasada edición de ARCO presentó, en el stand de Soledad Lorenzo, su obra más reciente, "es un buen ejemplo de que los artistas no se retiran nunca. Trabajan hasta el día de su muerte", dijo Amezúa. El director de la Academia no quiso dar los nombres de los restantes candidatos al premio y sólo dijo que fueron "muchos, todos de relevancia artística", entre ellos bastantes sudamericanos, y que, si hubieran podido, habrían dado "dos o tres premios con gran satisfacción". "Es una gran noticia", dijo Miguel Zugaza, que se refirió al premiado como "pintor casi secreto cuya obra y trayectoria han sido tan importantes para la formulación del arte vanguardista de la posguerra. Radicalidad y juventud en su arte"El propio Chillida fue uno de los que recibieron su fecunda influencia", añadió el director del Prado, que destacó "la radicalidad y juventud con que siempre afronta el arte" Palazuelo. La candidatura de Pablo Palazuelo había sido presentada por Antoni Tapies, en su calidad de ganador de la edición anterior del Velázquez; así como por la Academia de Bellas Artes, por Pablo J. Rico y por la Asociación Española de Críticos de Arte (AECA), y, según se indicó en la rueda de prensa, ganó "por amplia mayoría" después de una serie de votaciones eliminatorias. Además de los 90.000 euros de su dotación económica, el premio Velázquez incluye la organización de una gran exposición sobre la obra del galardonado en el Reina Sofía -la de Tapies está aún por celebrar y será diferente de la que actualmente tiene lugar en el MACBA, según dijo hoy Luis Alberto de Cuenca-, y la posibilidad de designar a un artista de menos de 35 años como destinatario de la beca Velázquez, dotada con 30.000 euros.

Wednesday, November 02, 2005

Artista ganha retrospectiva no Masp

Artista plástico cearense ganha retrospectiva no Masp
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PEDRO IVO DUBRA do Guia da Folha

As figuras de gatos, que se multiplicam como coelhos, podem ser uma peculiaridade marcante e às vezes criticadas pelo que têm de fórmula comercial, mas não apenas delas vive a obra de Aldemir Martins, 82. Abordando motivos variados, uma retrospectiva, cuja abertura ocorre hoje (dia 24), no Masp, reúne 192 criações --136 pinturas e 56 trabalhos em papel-- do cearense, que se espraiam entre os anos de 1945 e 2005.Com curadoria do próprio Martins e de Umberto Mateus, "Aldemir Martins por Aldemir Martins - Sete Décadas de Sucessos Artísticos" é resultado de uma pesquisa de dois anos. As peças expostas, algumas delas inéditas, são divididas em núcleos temáticos, entre os quais há animais, cangaceiros, rendeiras, naturezas-mortas e paisagens."As pessoas conhecem o Aldemir muito superficialmente, pensam sempre no 'Aldemir dos gatos'", considera Mateus, 46, que é assistente do artista. Um livro, "Aldemir Martins por Aldemir Martins", será lançado por ocasião da exposição.É a segunda vez em que o pintor e gravador expõe individualmente no Masp, embora date dos anos 40 a sua ligação com a instituição. À época, fez cursos de história da arte, gravura e monitoria. Em 1946, radicou-se em São Paulo.Masp (av. Paulista, 1.578, 1º andar, Bela Vista, tel. 3251-5644). Ter. a dom.: 11h às 18h (a bilheteria fecha às 17h). Até 28/8. Ingr.: R$ 10 (grátis p/ menores de dez e maiores de 60 anos). Visitas monitoradas com agendamento pelo tel. 3283-2585.

Bienal

Arte Bienal por todos os lados
Quinta edição do evento será inaugurada hoje
EDUARDO VERAS


A dido cultural do México no Brasil, Felipe Ehrenberg não reprime o entusiasmo: - Este ano, em todo o continente, do Canadá à Patagônia, só há dois ou três eventos que importam. Um deles é a Bienal do Mercosul. Se Ehrenberg tem ou não tem razão, o porto-alegrense poderá conferir a partir de amanhã - e de graça. A Bienal abre as portas a partir das 9h (confira os locais na página central e na página 10). A inauguração oficial, hoje à noite, no Santander Cultural, com a presença do ministro Gilberto Gil, está restrita a convidados. A mostra porto-alegrense já é saudada internacionalmente como uma das mais importantes do mundo, ao lado da centenária Bienal de Veneza, da cinqüentenária Bienal de São Paulo e da badalada Bienal do Whitney. - No Exterior, já há mais expectativa pela Bienal do Mercosul do que pela Bienal de São Paulo - garante Ehrenberg, curador da participação mexicana na Capital. Paulo Sergio Duarte, curador-geral da megaexposição, se faz mais modesto. Desde que assumiu o cargo, vem falando na necessidade de se cunhar a idéia de uma "Bienal de Porto Alegre", em lugar de "Bienal do Mercosul". Também diz que, na concepção do evento, não quis defender teses ou provar teorias. Escolheu as relações entre arte e espaço como tema porque essa é uma questão recorrente na História da Arte desde pelo menos o Renascimento. Comentando os núcleos históricos que estarão no Santander e no Margs, Paulo Sergio (paraibano que vive no Rio, professor da Universidade Candido Mendes) fazia questão de sublinhar: - Não é uma exposição que lança mão do elemento espetacular, ela lança mão da delicadeza. Claro que há números e nomes que poderiam alimentar uma abordagem espetaculosa: investimentos de R$ 10 milhões, esculturas monumentais em pleno Largo Glênio Peres, a maior retrospectiva do escultor mineiro Amilcar de Castro, participação de nomes quase míticos da arte performática, como a iugoslava Marina Abramovic, mais de 170 artistas de sete países. Diz o curador, porém, que há dados mais importantes. Ontem, pela manhã, em entrevista coletiva, enfatizou: - Esse evento tem uma responsabilidade muito grande num país como o nosso, tem um compromisso muito particular com o grande público. Sua missão principal é ampliar o público da arte contemporânea. É essa a missão de meu projeto curatorial. É isso que Porto Alegre tem a chance de conferir a partir de amanhã.
( eduardo.veras@zerohora.com.br )
Horário para visitação:
De terças a domingos
Das 09:00 às 21:00 horas
Entrada Franca

Tuesday, November 01, 2005

O artista que pintava desenhando

CULTURA
A arte de Belmiro de Almeida nas telas, desenhos e caricaturas Belmiro de Almeida.
O artista que pintava desenhando



Pouco conhecido do público, Belmiro Barbosa de Almeida é muito admirado pela qualidade de seu trabalho e por suas propostas de arte inovadoras. Bem humorado e brincalhão, era presença constante em rodas boêmias.
(saiba mais no link)

Monday, October 31, 2005

Anima Italiana


créditos de Rejane Botelho


Sala Caringi recebe sua segunda exposição:
Anima Italiana
Depois de inaugurar o mais novo espaço cultural de Pelotas, a sala Antônio Caringi, no Grande Hotel, com a exposição Reencontro com Petrucci - que trouxe dos acervos do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs) a pintura realista do pelotense Carlos Alberto Petrucci - a Secretaria Municipal de Cultura (Secult) já prepara a próxima mostra que a sala acolherá de 13 de outubro a 14 de dezembro: Anima Italiana. Proporcionar à comunidade pelotense um ambiente próprio para a arte. Fundamentada nesta idéia, a Prefeitura Municipal, através da Secult, criou mais um importante espaço cultural, visando receber os renomados acervos expostos no Margs, bem como levar para esta casa, obras de artistas pelotenses. Este intercâmbio cultural atende a uma das principais propostas de criação da sala Antônio Caringi, inaugurada em julho, durante a Semana de Pelotas, cujo nome é uma homenagem prestada pela Secult ao conceituado escultor pelotense no ano do centenário do seu nascimento. ANIMA ITALIANA: A segunda exposição da sala, que vai estar aberta ao público das 10h às 18h30, de domingo a domingo, a Anima Italiana, está sob a curadoria do pintor Alfredo Aquino e vai apresentar em 10 quadros e duas esculturas a trajetória de artistas em 130 anos de imigração italiana no Brasil. A mostra em exibição é parte integrante de outras 60 obras que constituem o acervo do Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (Margs). Segundo a secretária municipal de Cultura, Beatriz Araújo, as obras que compõem o núcleo da mostra Anima Italiana revelam um requintado conjunto que se ordena cronologicamente e reúne trabalhos de artistas italianos e descendentes, de reconhecimento nacional, que firmaram carreira na região sul, como Iberê Bassani Camargo, Bez Batti, Athur Luiz Piza, Antonio Caringi e Leopoldo Gottuzzo.Data: 10/10Hora: 16:41Redator: Secom
* Agradecemos a gentileza da Prefeitura Municipal dePelotas - Secretaria de Cultura pelo convite para esta Vernissage. Não poderemos estar presentes, por motivos de saúde. Temos a certeza de ser mais um grandeoso este evento.
Rejane - Agência da Arte