Wednesday, January 21, 2009

Regras éticas e estéticas na criação de arte
RUBENS PILEGGI SÁ
Pensar na criação artística como um evento de fluxos, processos e continuidades onde a "obra de arte" seja apenas um instante de uma força motriz em eterno movimento e, principalmente, sem abandonar a questão ética e estética do foco, fazendo com que poética e política sejam indissociáveis, continua sendo um dos assuntos mais pungentes e urgentes sobre arte, desde o advento do modernismo, mais ou menos no final do século 18.
Quando se questiona noções como autoria, genialidade, originalidade, criatividade, tentando pensar a poética a partir de outras configurações como a criação coletiva, interfaces entre arte e vida - onde uma e outra se nutrem, confundem e se misturam - e direitos e propriedades, de modo geral, o que se pretende, de fato, é ampliar as possibilidades de criação além do que espera o bom gosto oficial e do que já está formatado como padrão para se pensar a arte em nossos dias.
Assim, não só a feitura da imagem passa a pertencer a um mundo onde tudo pode se transformar em arte, como também o próprio ato de realizar algo passa a ser um evento artístico, também. Por exemplo, incluindo espaços onde não se pensava poder abrigar arte, antes. Ou, com materiais perecíveis, recicláveis. Ou, até mesmo, com o próprio corpo.
Mais, fundindo e hibidrizando linguagens, onde os limites do que é pintura, escultura, desenho, teatro, dança, vídeo, etc. não sejam mais estanques, mas complementares. E, até, onde texto e ação se fundam, imagem e palavra se confundam. A arte já não é somente para "representar" o mundo, mas significá-lo, também. E hoje vivemos com tanta informação e material disponível que se torna tarefa indispensável manter-se atento ao tipo de trabalho que se pretende desenvolver, ainda mais quando se procura atravessar as brechas, vãos e rachaduras que nossa "sociedade de espetáculo" acaba proporcionando. Ou seja, cada vez mais a arte se transforma em "cosa mentale", como já dizia o renascentista da Vinci.
Com tanto material disponível, era de se esperar que uma hora aquela idéia que tínhamos de gênio, de originalidade, de esperança no novo, no moderno, fosse se esgotar. E, então era preciso reciclar as idéias para manter viva a chama da criação.
A colagem, já disse a crítica Rosalind Krauss, inaugura um pensamento onde a arte passa a trabalhar com vários materiais distintos à disposição do artista. E, a partir daí a idéia de colagem se amplia até o ponto de misturar não somente materiais, mas, qualquer forma com outra. Seja no nível das linguagens, seja um rato com uma orelha nas costas, como as recentes pesquisas no campo da genética. O que parecia somente uma brincadeira dadaísta do começo do século passado, tornou-se uma sombria profecia contemporânea.
Quando falamos em plágio, roubo de idéias, imitação, cópia, por exemplo, não queremos dizer, com isso, que tudo está liberado ao bel prazer de quem quiser se apropriar do trabalho alheio, mas de que esta é uma possibilidade de trazer para o mundo da arte e das idéias algo mais que um simples golpe comercial que se tornou regra no mercado. A cópia deslavada do trabalho e da pesquisa alheia.
Talvez, em arte, por uma questão de formação cultural, esse tipo de mecanismo se torna até mais grosseiro, porque se espera do artista alguma envergadura moral e senso crítico de seu trabalho. E, para não confundir o público, mostrando como exótico algo retirado de seu contexto e, vendido como arte em galerias, exposições e museus, por exemplo. Tirar uma árvore da mata e expor suas raízes em uma vitrine, como raridade, pode tornar seu autor com a fama de esperto, mas nunca um artista capaz de pensar sua época. Ainda estamos em tempos onde o marxismo é fundamental para entender o capitalismo e, somado ao enorme desperdício dos recursos naturais, isso de ser contra a própria criação, como se ela também não fosse o "deus ex machina", um golpe de teatro.
Rubens Pileggi Sá é artista, escreve na Folha de Londrina e publicou o livro Alfabeto Visual, a venda na Livraria do CANAL.

Thursday, October 09, 2008

À DESCOBERTA DO IMPRESSIONISMO


Impressionismo foi uma corrente artística que se desenvolveu em França, sobretudo nos anos 60 e 70 do século XIX. Assumiu o carácter de movimento quando um grupo de jovens pintores, constituído por Monet, Pissarro, Cézanne, Renoir, Basile e Sisley, se encontrou na Academia Suíça, em Paris. Unia-os o interesse contra a pintura académica, a que contrapunham a pintura feita nos locais e condicionada pelas observações resultantes das mudanças da luz e cor ao longo do dia.
Quando em 1863, o quadro de E. Manet
"Almoço na Relva", foi rejeitado pelo Salão Oficial, o grupo organizou o Salão dos Recusados, com o apoio do imperador Napoleão III, onde foram expostas algumas obras de pintores impressionistas. Este foi o primeiro espaço agregador da nova pintura , cujos promotores se encontravam e conviviam no Café Guerbois e no Café Nova Atenas. Apesar de serem oficialmente rejeitados, o escritor Zola defendeu-os publicamente e incentivou-os a continuarem as suas experiências plásticas e técnicas.
Influenciados também pelas descobertas sobre a cor e a luz, estes pintores vão procurar as margens dos rios, em particular o Sena, para tentarem reproduzir em linguagem pictural, os efeitos da luz sobre a água. Em 1871, C. Monet e Pissarro trabalham em conjunto e deslocam-se à Holanda e à Inglaterra, onde se inspiram na obra de W. Turner e de J. Constable. É precisamente Monet que, em 1872, pinta o quadro que servirá de referência identificadora da nova pintura
"Impressão, Sol Nascente". Apresentado publicamente, inspira um crítico da época que toma o título deste quadro como base do termo Impressionismo, com significado pejorativo.
Apesar dos percursos singulares quanto à técnica e às temáticas, o movimento apresentava uma unidade nas intenções e nas práticas, embora não tenha sido objecto de uma elaboração teórica por parte dos seus protagonistas. Só à prática de uma pintura baseada na impressão individual face ao tema e num tecnicismo científico unia as intenções de vários membros. Em 1874, estes expressam-se pela primeira vez como impressionistas no atelier do fotógrafo Nadar em Paris, realizando posteriormente mais sete exposições de grupo, até 1886, ano em que também são divulgados em Nova Iorque.
A pintura impressionista inscreve-se também no contexto do debate sobre o real. Enquanto, para os académicos, a pintura regista o mundo entendido como verdadeiro e permanente, os impressionistas tinham outro entendimento da realidade. Para estes, a realidade estava em constante mutação e a pintura devia ser capaz de traduzir esta ideia de mudança.
A arte impressionista era uma arte de ruptura, porque priveligiava a investigação e a experimentação, rompendo com os convencionalismos existentes -
"Olímpia" de E. Manet. As obras de ruptura reivindicam a autonomia da sua linguagem e destroem os convencionalismos académicos. A pintura impressionista procurou reproduzir a natureza na sua mutação profunda e tornou-se, assim, um método científico de análise da realidade através da observação e da utilização de técnicas adequadas. Por isso, os pintores procuram registar ambientes físicos que traduzissem cenários diferentes, de acordo com a ambiência da luz e da cor. O mesmo cenário podia ser pintado pelo mesmo ou por vários pintores com resultados diferentes, tudo dependendo da hora do dia, da época do ano e do enquadramento do tema. Entre a realidade e a tela pintada não havia influências, nem de sentimentos, nem de estudos. O pintor procurava respeitar o que captava, por meio das suas sensações-percepções, alheando-se o mais possível dos seus sentimentos.
Para conseguir os resultados pretendidos, os pintores impressionistas socorreram-se de técnicas sofisticadas e apoiaram-se nos mais recentes estudos sobre a cor, a luz, os pigmentos e até em obras sobre os mecanismos da visão e da percepção visual. No século XIX, aprofundaram-se teorias sobre a óptica e continuaram-se as experiências sobre os princípios psicológicos dos mecanismos de percepção.
Ao mesmo tempo eram levadas a cabo investigações científicas em relação à complexidade da luz pelos físicos Michelson e Morley e à formulação das leis da cor pelo químico Cheuvreul. Em simultâneo, Bergson começava a realizar os seus estudos sobre os dados imediatos da consciência. O impressionismo acabará por reflectir o espírito científico da mentalidade positivista de meados do século XIX, afirmando que as percepções dadas pelos sentidos são as únicas bases aceitáveis do conhecimento. Isto significava que o artista devia limitar-se à descrição do que via no momento em que pintava.
As cores eram aplicadas em pinceladas rápidas com base nos estudos científicos da cor. Tentavam reproduzir o carácter prismático da luz natural servindo-se das cores do arco-íris. As cores deixavam de ser artesanais e eram comercializadas em tubos, pela primeira vez em 1842, podendo ser levadas para o local de trabalho ao ar livre. Eram aplicadas directamente na tela, sem serem misturadas na paleta. O Impressionismo conseguia uma formulação pictórica em que o binómio cor-luz era o elemento principal e em que a ausência de cor, o negro, foi uma condição indispensável para o seu desenvolvimento. Foram abolidos os tons cinzentos e privilegiadas as transparências e a luminosidade. O quadro tornava-se uma pura superfície pictural, uma nova realidade. Com base neste rigorismo técnico e científico, a pintura desmaterializava-se e tornava-se cada vez mais uma atmosfera de transparências.
Os temas preferencialmente tratados pelos pintores impressionistas estavam ligados à prática da pintura da paisagem executada no local, à banalização dos temas e à descoberta consciente do quotidiano da sua época, tanto urbano como rural. Davam maior importância à técnica, em detrimento do tema, valorizavam os pequenos gestos dos rituais quotidianos e privilegiavam o tratamento técnico de alguns motivos como, por exemplo, a água e a luz. Afirmavam ainda necessidade urgente de pintar rostos e pessoas como se fossem paisagens. Ao nível da escolha das temáticas, existia uma novidade total em relação à importância dada à sua época, ao seu quotidiano, gestos simples da vida, retratando muitas vezes amigos, vizinhos e locais de divertimento. Era o mundo da pequena burguesia que estava representado, com todos os seus hábitos, virtudes e defeitos, desde a menina com o seu cão ao colo, ao apertar da sapatilha da bailarina na penumbra do palco em tarde de ensaio ou ao gosto sereno das mulheres e dos homens passeando nos barcos.
Embora o Impressionismo corresponda a um movimento de grupo, os percursos individuais de alguns artistas apresentam particularidades e merecem ser destacados, contribuindo cada um a seu modo para a definição desta proposta estética. Estão hoje representados nos principais museus do mundo.
http://www.prof2000.pt/users/angela/impress.htm

Friday, September 26, 2008


PRÊMIO JOÃO SIMÕES LOPES NETO DE ARTES VISUAIS

Artistas Selecionados

Elton Manganelli- Porto Alegre
Pauline Trecha- Canguçu/Pelotas
Isabel Miranda Ramil- Pelotas
Ricardo de Pellegrin- Pelotas
João Genaro- Pelotas
Rodrigo Lobato Schlee- Pelotas
Adrian Nornberg dos Santos- Pelotas
Kátia Costa – Cristal/Porto Alegre
Luci Sgorla de Almeida- Porto Alegre
Ana Paula Barcelos- Pelotas
Jane Machado- Porto Alegre
Informes:
Igor Simões
Instituto João Simões Lopes Neto(Produção Cultural)
Ator, Licenciado em Artes Visuais Mestrando
FAE-Faculdade de Educação UFPel

Monday, April 28, 2008

Colaborem

Recebemos um e-mail de uma amiga o qual não poderiamos deixar de divulgar e pedir a participação de nossos leitores.
Leiam e vejam o pondo que chegamos.
____________________________________________________________________
Como muitos devem saber e até ter protestado, em 2007, Guillermo Vargas Habacuc, um suposto artista, colheu um cão abandonado de rua, atou-o a uma corda curtissima na parede de uma galeria de arte e ali o deixou, a morrer lentamente de fome e sede. Durante varios dias, tanto o autor de semelhante crueldade, como os visitantes da galería de arte presenciaram impassiveis à agonia do pobre animal.
Até que finalmente morreu de inanação, seguramente depois de ter passado por um doloroso, absurdo e incompreensivel calvario.
Pois isso nao é tudo: a prestigiosa Bienal Centroamericana de Arte decidiu, incompreensivelmente, que a selvageria que acabava de ser cometida por tal sujeito era arte, e deste modo tão incompreensivel Guillermo Vargas Habacuc foi convidado a repetir a sua cruel acção na dita Bienal en 2008.
Facto que podemos tentar impedir, colaborando com a assinatura nesta petição : http://www.petitiononline.com/13031953/petition.html (não tem que se pagar, nem registar) para enviar a petição, de modo que este homem não seja felicitado nem chamado de 'artista' por tão cruel acto, por semelhante insensibilidade e disfrute com a dor alheia
REENVÍA ESTA MENSAGEM A TODOS OS TEUS CONTACTOS, POR FAVOR.
se puseres o nome do 'artista' no Google, saiem as fotos deste pobre animal e seguramente também aparecerão páginas web onde poderás confirmar a veracidade da informação.
Eu assnei a lista - Rejane Botelho

Thursday, December 13, 2007


Exposição de esculturas - Nilton MAIA


Rua Nova Galeria de Arte
Abertura dia 17 dezembro 2007 até 17 janeiro 2008
Rua 7 de Setembro, 500
Porto Alegre-Centro

Saturday, August 18, 2007

O que as guerras e censuras não nos deixam ver:

O pintor iraniano Iman Maleki, genio do realismo, ganhou o premio William Bouguereau e o "Chairman´s Choise" no II Concurso Internacional de Art Renewal Center. Muitos o consideram o melhor pintor de arte realista do mundo. "Seus desenhos competem com as> câmeras digitais de 10 Megapixels". Afirmam os especialistas!























Saturday, June 23, 2007

Exposição
Artistas: Denoir Zorzolli, Lua Pereira e Rejane Botelho
De 01 a 07 de julho das 15 hs às 18:30
Local: Rua Padre Anchieta, 3051
Mostra Fotográfica
Com temática sobre a cidade de Pelotas de Rejane Botelho.
De 02 a 13 de julho das 8hs às 18:00hs
Local: Saguão do INSS Pelotas -entrada pela Almirante Barroso.
Portas também contam a história de Pelotas

"Deixe a imaginação vagar entre os meandros artísticos de cada porta antiga da nossa cidade, e verá que a beleza independe de anúncio."


(Theresinha Azevedo)

EXPOSIÇÃO COLETIVA com Portas de prédios de Pelotas, reproduzidas em pintura, desenho, fotografia, colagens... por artistas de Pelotas, Porto Alegre, Rio Grande, Paraty (RJ)...
Com participação especial, após 1º/07, do artista plástico Paulo Brasil do Amaral.

Local: Espaço Arte & Eventos “Zilah Costa”
Pq D. Antônio Zattera nº 255 - Centro
Fone: (53) 3225-2926

Abertura: 29 de Junho, às 20h

Visitação: 30 de Junho a 15 de Julho
segunda a sexta, das 14h às 18h
sábados, das 14h às 17h

Wednesday, June 20, 2007

Clic aqui e assista este vídeo!

Gostou?

Artista faz fachada giratória em prédio de Liverpool

Instalação em prédio de Liverpool

Com a ajuda de engenheiros, Richard Wilson usa tecnologia de usinas nucleares

LONDRES - Uma instalação na cidade de Liverpool, no norte da Inglaterra, está virando cabeças nas ruas do centro - é um prédio de escritórios com parte da fachada em movimento.
A concepção é do artista Richard Wilson, que contou com a ajuda de engenheiros e usou tecnologia de usinas nucleares. Os moradores da cidade estão divididos. Alguns acharam a obra de Wilson "brilhante". Outros, "uma perda de tempo".
A instalação poderá ser vista até meados de 2008. Liverpool deverá abrigar vários eventos no ano que vem, quando recebe o título de Capital Européia da Cultura.
créditos: BBC

Thursday, May 31, 2007

Escultura

TÉCNICA QUE HA DESARROLLADO EL ESCULTOR ASTURIANO GRANADO. HA MONTADO UNA IMPRESORA TRIDIMENSIONAL PARA ESCULPIR SUS OBRAS



OLALLA CERNUDA



El escultor controla el trabajo del plotter tridimensional desde su ordenador.

Lo llama cariñosamente Harry Plotter, con ele. El mejor aliado del escultor asturiano Antonio Granado es un gigantesco plotter hecho a mano, pieza a pieza, que le permite esculpir sin que le salgan callos; una peculiar impresora en 3D de la que salen enormes esculturas en madera, poliespán e incluso piedra.
La máquina nació en la cabeza de Antonio hace algo más de dos años. "Yo estaba acostumbrado a hacer esculturas en el ordenador, pero luego era un problema trasladar esos diseños a la vida real", asegura desde su taller cerca de Oviedo. Buscó un equipo capaz de convertir sus diseños en figuras reales, pero no existía. "Sólo había algunas pequeñas fresadoras, utilizadas en joyería, que se pueden conectar a un ordenador para tallar y pulir un determinado diseño en una piedra, pero sólo valen para cosas pequeñas". Lejos de desanimarse, lo suyo fue un acto de perseverancia. "La tecnología existía en formato pequeño. Sólo era cuestión de buscar planos, componentes y ponerse manos a la obra".
El trabajo no fue sencillo. Lo primero fue bucear en Internet para conseguir, en foros especializados y webs de ingeniería, planos sobre el funcionamiento de fresadoras industriales. Luego había que conseguir adaptar la máquina a sus necesidades. "Sobre todo a que fuera capaz de entender los dibujos que yo hacía en el ordenador", señala. Para ello ha adaptado el lenguaje de máquinas de puntos que utilizan los escultores.
El funcionamiento de Harry es sorprendentemente sencillo. Se mete una pieza del material elegido —desde poliespán hasta madera, piedra o aluminio—. Luego, con el mando de una videoconsola, se aprieta el botón, y una especie de punzón va quitando trozos a la pieza hasta dejarla con la forma deseada. "El trabajo es muchísimo más rápido", señala Antonio. Dependiendo del material del que esté hecho, una escultura de unos tres metros de alto se puede completar en un día, lo que antes llevaba casi un mes de trabajo.
Además, permite hacer retoques. "Puedo alargar una zona, o redimensionar otra, cosa que trabajando directamente sobre la madera o la piedra, era imposible".
créditos de divulgação: Resumen diario de mensajes en Parussia

Sunday, February 25, 2007

Arte e Sexo


22/02/2007 - 11h20
Galeria de Londres prepara exposição sobre arte e sexo
Publicidade

da Efe, em Londres


O centro de artes Barbican de Londres prepara uma exposição sobre a arte da sedução, desde a antigüidade até os nossos dias.Intitulada "Seduzidos: a arte e o sexo da antigüidade até agora", a exposição, que será restrita aos maiores de 18 anos, reunirá 250 objetos, que vão desde estátuas e relevos da Grécia e da Roma clássicas até obras contemporâneas de Robert Mapplethorpe, Francis Bacon e Jeff Koons.Haverá fragmentos libidinosos de afrescos das paredes de um bordel de Pompéia e quadros e desenhos eróticos de Fragonard, Carracci, Turner, Rodin e Picasso. Também será exibido um filme de Andy Warhol intitulado "Blow Job", que apresenta um ato de sexo oral.De Picasso, os organizadores tentaram conseguir junto ao Metropolitan Museum of Art de Nova York o empréstimo de um quadro pouco conhecido, que mostra um homem e um jovem durante o ato sexual.Também farão parte da exposição manuscritos da Índia, pinturas renascentistas, gravuras pornográficas japonesas e peças da grande coleção reunida pelo sexólogo Alfred Kinsey.Haverá ainda uma instalação sonora intitulada "A Voz do Sexo", que permitirá aos visitantes escutar a leitura de textos extraídos do Kama Sutra, de "Lolita", de Nabokov, e de obras do Marquês de Sade.Kate Bush, diretora da galeria do Barbican, admitiu à imprensa que a exposição, que faz parte das comemorações dos 25 anos do centro, será provocadora, mas negou a intenção de escandalizar.Segundo a diretora, será uma exposição "séria e com um enfoque intelectual", que tentará mostrar que outras civilizações tiveram uma atitude muito mais aberta em relação ao sexo do que as dos britânicos dos séculos 19 e 20."O sexo é um assunto que interessa a todos. Não queremos definir o escandaloso. Os limites são sempre individuais", afirma Bush.

A exposição estará aberta ao público entre 12 de outubro e 27 de janeiro do próximo ano.

Tuesday, December 12, 2006

Grande talento

Obra de Denoir Zorzolli
Técnica óleo sobre tela - 70x90 cm

Artista
Denoir é considerado um novo talento dentro das artes plásticas, onde desenvolvem sua técnica e criação própria pintando desde a figura humana, animais, paisagens, florais. Em sua primeira participação em concurso Estadual foram classificadas suas duas obras participantes. Na atualidade se prepara para participar em concursos a níveis nacionais e internacionais. É o responsável por ministrar aulas de pintura em tela na Agência da Arte -Pelotas, onde suas obras ficam expostas.
Trabalho
Com sua amiga Rejane Botelho, proprietária e idealizadora do espaço, realizam diversos eventos para divulgação das artes e envolvimento com a comunidade. Uniram conhecimento e personalidade em só foco, aproveitando suas formações, diversos cursos profissionalizantes e uma vasta carga horária, realizam trabalhos na área, sendo criadores de diversos trabalhos de desing como: cartazes artísticos, propaganda, capas para cds e tantos outros, podendo criar móveis e decorar um residencial. Gostam de congregar as artes em uma só, como a música, dança, literatura e decoração valorizando assim todos os talentos artísticos.
Atualidade
Denoir hoje pinta diversos quadros para os adoradores e criadores de cavalos, reproduzindo na tela sua obra e talento, dando continuidade as aulas de pintura no ateliê.
Contatos: 53-9105 1159 ou agenciadaarte@yahoo.com.br
Rua Pe Anchieta, 3051 (atelier)

Monday, December 04, 2006

Tuesday, October 31, 2006

Bienal de SP

A 3ª Bienal de Arte, Ciência e Cultura da União Estadual dos Estudantes de São Paulo é dirigida aos estudantes de todo o estado de São Paulo, que participarão mediante preenchimento da ficha de inscrição e atendimento às condições deste regulamento.

A 3ª Bienal de Arte, Ciência e Cultura da União Estadual dos Estudantes de São Paulo será realizada na cidade de Campos do Jordão entre os dias 07 a 10 de dezembro de 2006.3. A 3ª Bienal de Arte, Ciência e Cultura da União Estadual dos Estudantes de São Paulo é composta pelos seguintes eventos:
a. Mostra de Música;
b. Mostra de Artes Cênicas;
c. Mostra de Cinema e Vídeo;
d. Mostra de Artes Visuais;
e. Mostra Literária;
f. Mostra de Ciência e Tecnologia;
g. Oficinas;
h. Ciclo de debates, palestras e workshops sobre diversos temas.

Maiores informações:
http://www.une.org.br/
http://www.bienaldaueesp.blogspot.com/

Saturday, October 28, 2006

Arte - registro

Informe-se sobre estes assuntos no link acima


:. Arte: é preciso registrar esse patrimônio
:. O "caminho das pedras" para filmes e obras audiovisuais
:. Roteiro do autor de obra de arte
:. Obras de engenharia e aProjetos de lei
:. Projetos de lei
:. Endereços


Roteiro do autor de obra de arte


Segundo a Lei do Direito Autoral (9.610/98), pinturas, aquarelas, gravuras, esculturas, litografias, desenhos (de personagens, de jóias, de logomarcas, etc.) e fotografias podem ser registradas como obras de arte na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Veja como:
1. Imprima e preencha o formulário oferecido no endereço
www.eba.ufrj.br/direitosautorais/home.html. Não esqueça de preencher o final e o verso do formulário, pois na falta de qualquer informação o pedido será devolvido para os acertos necessários. Lembre-se de que você é inteiramente responsável pelas informações prestadas.
2. Anexe a cada pedido duas reproduções legíveis da obra (fotografia, cópia xerox etc.), assinadas pelo autor, com tamanho de 10cm por 20cm. É importante enviar uma reprodução de qualidade porque a impressão pode desbotar com o tempo e a Escola de Belas Artes não se responsabiliza pela nitidez do material arquivado.
3. Junte cheque nominal à Fundação Universitária José Bonifácio, ou comprovante de depósito bancário em nome da Fundação Universitária José Bonifácio, conta 7333-4 da agência 0287-9 do Banco do Brasil, sob o código de apostila 7033-5, no valor de R$ 70.
4. Caso deseje solicitar uma busca para saber se a obra foi registrada nos últimos três anos, o valor cobrado é R$ 260.
5. Envie o pedido pelo correio ou entregue pessoalmente na Escola de Belas Artes (ver Endereços).
6. Os registros concedidos são devolvidos pelo correio, registrados, ou podem ser retirados no mesmo local de entrega do pedido.
A Agência da Arte cumprindo seu dever e tudo em cima!

Sunday, October 01, 2006

Sebastia Boada


The New York Times

A work by Sebastia Boada, a Catalan Painter from Barcelona, where three of the most famous artists in history were from. Picasso, Miro and Dali. Is there something in the air? We can still acquire works by Boada at the Spanish price and not the American one, and we believe that an invesment in the distribution of his limited editions can be a very lucrative prospect. Please email us/or call for the details of the program
Three Ten % over cost!. If you're already in love with some contemporary artist, and you're spending at least a couple of thousand or more per year on his or her work, then this is the program for you. We acquire them for you at the wholesale price in return for a small commission. Artists such as Shvaiko, Royo, Hessam, Sabzi, Britto, Pino, etc.
(tradução na trave-portugues)

Um trabalho por Sebastia Boada, Pintor catalão de Barcelona donde três dos artistas mais famosos em história eram. O Picasso, Miro e Dali. Há algo no ar? Nós ainda podemos adquirir trabalhos por Boada ao preço espanhol e não o americano, e nós acreditamos que um invesment na distribuição das edições limitadas dele pode ser um prospecto muito lucrativo. Por favor us/or de e-mail pedem os detalhes do programa
Três Dez% em cima de custo!. Se você já está apaixonado por algum artista contemporâneo, e você está gastando um par de pelo menos mil ou mais por ano aceso o dele ou o trabalho dela, então este é o programa para você. Nós os adquirimos para você ao preço por atacado em troca de uma comissão pequena. Artistas como Shvaiko, Royo, Hessam, Sabzi, Britto, Pino, etc.

Tuesday, August 08, 2006

Incentivar é necessário

Aos 11 anos, o talento já é de gente grande: ARTE DESDE PEQUENO: Allan Nascimento Langone, de apenas 11 anos, está na sexta série mas surpreende a comunidade do Colégio Pelotense .
Aos 11 anos, o talento já é de gente grande
Jussara LautenschlägerC om a finalidade de comemorar o Dia do Gato Pelado, sím-bolo do Colégio Municipal Pelotense, e incentivar alunos que tenham talentos artísticos para a música, artes cênicas e plásticas, o aluno Gato Pelado da 6ª série, Allan Nascimento Langone, 11 anos, expõe seus trabalhos no saguão do educandário. O convite e a articulação do evento é da diretora Marita Nebel. Por já conhecer o trabalho de Allan e conferir de perto na exposição do Seminário dos Surdos, Marita partiu para o convite. "Devemos ter outros talentos na escola e ele é um incentivo para todos", acrescenta. Serão três dias de exposição.
Professora descobre talento
O talento do estudante do Colégio Municipal Pelotense foi descoberto por uma professora da 3ª série do Ensino Fundamental, após um passeio com a turma aos prédios históricos da área central. A tarefa seria reproduzir os prédios do Mercado Central e da Câmara de Vereadores. O traço do desenho do aluno despertou a atenção da educadora, que chamou os responsáveis. A finalidade era pedir aos pais para dar uma atenção especial a Allan e investir no aluno. Na 4ª série, conta a mãe Nilce Langone, ele começou a freqüentar as aulas de um curso de desenho. O diretor e professor da escola, Júlio dos Anjos, após avaliar os trabalhos, constatou que o curso básico não era adequado e o encaminhou para o acadêmico avançado de desenho.
História emociona pequeno artista plástico
Dentre todos os trabalhos o destaque é para o que retrata um violão, uma mala e uma cuia. A mãe conta que sempre viajava para Curitiba para visitar a avó e ao sair de casa dizia: "Meu filho vou de mala, violão e cuia". Mas o significado da obra é duplo, porque marca o retorno da mãe de viagem e a notícia da morte da avó. Ao relembrar a história, Allan não consegue conter as lágrimas e é consolado pelos colegas. O pai Fernando Luiz Langone, 48 anos, e a irmã Amanda Nascimento Langone, 21 anos, também são grandes incentivadores.
Questionado do curso que gostaria de fazer, o menino não pensa duas vezes:
"É Design Gráfico ou Arquitetura e Urbanismo". Mesmo tímido, ele se emociona ao colocar o avental e pegar nas tintas. Os colegas admiram as obras e apostam no amigo, que já é considerado, por alguns professores, um artista plástico.
materia Diário Popular/Jussara Lautenschläger

Tuesday, June 13, 2006

Resultado - VI Salão Marinheiro Marcílio Dias

VI Salão de Artes

Estivemos ontem, dia 12 de junho na cidade de Rio Grande para apreciar a Exposição do VI Salão de Artes Imperial Marinheiro Marcílio Dias, no local podemos observar a variedade de artistas e técnicas apresentadas, como pintura acrílica sobre tela e eucatex, óleo sobre tela e óleo sobre eucatex, mista sobre tela e eucatex e também a arte da fotografia. Dentre as obras da pintura óleo sobre tela foi selecionado o artista pelotense e ministrante de cursos de pintura no ateliê Agência da Arte, Denoir Zorzolli que apresentou dois trabalhos intitulados, "Marinha" e "Ouvindo o barulho do mar".
No local fomos recepcionados e gentilmente recebidos por uma das organizadoras a Senhora Jussara Bastos de Almeida, onde trocamos idéias sobre atualidade das artes e próximos salões.
Por intemédio desta organizadora agradecemos a Marinha por proporcionar este evento para os artistas de nosso estado.
O nosso obrigado aos responsáveis e organizadores deste salão e tenham certeza de estarem ajudando a divulgar os nossos talentos artisticos.
Rejane Botelho

RESULTADO PINTURA
de: Virgínia Heitling - "Navegando" - Santa Cruz do Sul (1º Lugar)
de: Elisabeth Laky Gatti - "Ancorada" - Porto Alegre (2º Lugar)
de: Traudi Ingrid Meurer - "Ao Luar" - Santa Cruz do Sul (3º Lugar)

RESULTADO FOTOGRAFIA
de: Carlos César Reis de Oliveira - "Pelotas" - Porto Alegre (1º Lugar)
de: João Otávio Cussinato Bell - "Varzão" - Porto Alegre (2º Lugar)
de: Mariângela Loureiro - "Rio Grande: Cenários Ocultos" - Rio Grande (3º Lugar)

Comissão Julgadora
Geraldo Roberto da Silva - Rio Grande
Lourdes Giacomolli Osorio - São Sepé
Jussara Casarin - Bagé
Helena Badia - Pelotas
Miriam Bengoa - Rio Grande